quarta-feira, 30 de outubro de 2013

A vida....

....tem-me ocupado de tal maneira que há coisas que vão ficando para trás, o que tem que ser feito não pode esperar e a correria não me tem largado, não me queixo e até gosto de sentir-me ocupada e até uma simples ida a uma repartição de finanças a onde não resolvo o que ia tratar, vá se lá entender as mudanças deste país, me faz feliz quando vejo noutra perspetiva e aproveito a localidade com um passeio á beira mar, não sei do que gostei mais, se do céu azul, do friozinho que já se faz sentir, se a sensação de estar só e em paz, uma hora de passeio a pé que me fez tão bem.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Achei que devia partilhar este texto que vi via facebook.....

Ana  foi renovar a sua carta de condução.
Pediram-lhe para informar qual era a sua Profissão.
Ela hesitou, sem saber bem como se classificar.
"O que eu pergunto é se tem um trabalho", insistiu o funcionário."
...
Claro que tenho um trabalho", exclamou Ana. "Sou mãe".
"Nós não consideramos 'mãe' um trabalho. Vou colocar Dona de casa", disse o funcionário friamente.
Não voltei a lembrar-me desta história até ao dia em que me encontrei em situação idêntica...
A pessoa que me atendeu era obviamente uma funcionária de carreira, segura, eficiente, dona de um título sonante.
"Qual é a sua ocupação?" Perguntou.

Não sei o que me fez dizer isto; as palavras simplesmente saltaram-me da boca para fora:

"Sou Doutora em desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas."

A funcionária fez uma pausa, a caneta de tinta permanente a apontar para o ar e olhou-me como quem
diz que não ouviu bem...
Eu repeti pausadamente, enfatizando as palavras mais significativas.

Então reparei, maravilhada, como ela ia escrevendo, com tinta preta, no questionário oficial.
Posso perguntar", disse-me ela com novo interesse, "o que faz exactamente?"
Calmamente, sem qualquer traço de agitação na voz, ouvi-me responder:
"Desenvolvo um programa a longo prazo (qualquer mãe faz isso), em laboratório e no campo (normalmente eu teria dito dentro e fora de casa).
Sou responsável por uma equipa (a minha família) e já recebi quatro projectos (todas meninas). Trabalho em regime de dedicação exclusiva
(alguma mulher discorda???), o grau de exigência é em nível de 14 horas por dia (para não dizer 24 horas).
Houve um crescente tom de respeito na voz da funcionária que acabou de preencher o formulário, se levantou e pessoalmente foi abrir-me a porta.
Quando cheguei a casa, com o título da minha carreira erguido, fui recebi - da pela minha equipa: - uma com 13 anos, outra com 7 e outra com 3.

Do andar de cima, pude ouvir o meu mais recente projecto (um bebé de seis meses), a testar uma nova tonalidade de voz.

Senti-me triunfante.
Maternidade... que carreira gloriosa!
Assim, as avós deviam ser chamadas "Doutora-Sénior em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas".
As bisavós: "Doutora- Executiva- Sénior". E as tias: "Doutora -Assistente".
Doutoras na Arte de fazer a vida melhor !!!!

terça-feira, 15 de outubro de 2013

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Adolescencia....

....aquela fase que pode ter tanto de bom como tem tanto de mau, por aqui vivesse os 14 anos de forma  a não aproveitar a fase do armário e da estupidez ( boa da idade) está a isolar-se e a criar uma fobia social.....ai isto anda tão complicado com o desanimo, ansiedade, nervos que a descontrolam e se recusa a ir á escola, andamos em ajudas e á espera de melhorias, hoje melhorou e foi á escola, amanhã será um outro dia.

domingo, 6 de outubro de 2013

A mais velha.....

......precisou de fotos tipo passe e lá fomos tirar umas daquelas que trazemos em menos de 5 minutos, dez euros por 12 fotos que imagino daqui a 1 anos já tenham desaparecido a imagem de tão má qualidade, estas modernices fazem do usa e deitar fora cada vez mais comum.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Estou feita.....

.......a mais nova não se cansa de pesquisar anúncios de doação de cães.
cresci rodeada de animais, animais que eram bem tratados mas nada do que se vive hoje em dia com os animais, não é critica claro que não mas para mim animais de estimação não são para estar dentro de casa, aqui em casa está fora de questão além de ser uma casa pequena nem quero pensar na trabalheira que iria aumentar, no espaço exterior teriamos que fazer alterações e encontrar um espaço adequado a um cão por exemplo, nem quero imaginar se abrimos o portão e o cão sai porta fora com a estrada tão perigosa aqui tão perto não me parece que seja uma boa ideia.

serei a única?

A achar que está um calor estranho para a altura, ou é isso ou estou a sofrer de menopausa precoce. É certo que passei o fim de semana meio engripada com o vírus que a mais nova, flor de estufa que é, me passou e é certo e sabido que passa para mim mais forte, mas ando desde o fim de semana com uns calores internos que me afligem e não encontro alivio, não gosto do frio é certo mas estou farta do calor.