A onde cresci existe um sentimento de carinho e preocupação sincero, algo que se sente mesmo não sendo do mesmo sangue, e mesmo com o passar dos anos, e mesmo não morando lá existe um convívio e o saber do outro por parte de várias pessoas.
Esta semana foi o saber que na segunda faleceu a Dª A com 72 anos já internada á uns meses num lar, com os diabetes amputaram uma perna e agora a sofrer das consequências de em tempos ter abusado do álcool e tabaco. Na Terça foi o SrºC que faleceu em casa tb já a sofrer de um cancro ( e por ironia hoje faleceu a irmã tb já velhota que não conhecíamos), hoje foi a vez da Dª J com 90 anos falecer.
O local a onde cresci está cada vez mais vazio, envelhecido, e com aspeto de abandono.
Tantas recordações tenho de lá, e se em tempos encontravamo-nos para casamentos ( de pessoas com quem cresci) agora começa a ser encontros em funerais.
Uma semana estranha esta.
Existem fases que nos deitam abaixo sim, que parece que tudo acontece ao mesmo tempo à nossa volta!
ResponderExcluirEspero que terminem essas perdas por ai...