Acabei de vir da escola da mais velha, uma escola com várias idades, várias culturas, estratos sociais, uma escola que esta metade construída e outra com os pavilhões que eu fui estrear já mto danificados, lá vai a parte humana tentado fazer do espaço um local cada vez melhor, a secretária já mto antiga estava em mudanças, agora que as obras pararam de vez, o estado que deixou por cumprir o acordo e promeça, a empresa das obras que deu falência, reunião marcada com os pais para encontramar-mos soluções, já estou a ver a proposta fazermos manifestações, que a meu ver não trás solução.
Ao sair da escola com o assunto resolvido está na hora do intervalo, a rádio escolar tocava um som alto e alegre, os miúdos cruzam-se com os jovens, ao portão o grupo junto com alguns professores fumavam, o único local que a escola autoriza para este fim, mais á frente entre estaleiros quase que abandonados um grupo de jovens misto todos eles com "alho, erva, e fónix" na boca, conversas sem nexo. A mais velha já me tem dito que tb ela já se habitua a este vocabulário como se fosse o normal, será que no futuro será essa a nossa língua, e andam os governantes a impor acordo ortográfico quando já ninguém se entende. ( não que tenha ficado chocada, estou habituada a estar entre homens que soltam alguns palavrões, mas tinha alguma esperança nos jovens, naquilo que passo ás minhas filhas).
Não falamos a mesma lingua que esta nova geração KOmbi.
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